Todos nós desde que nascemos, vamos mudando. Mudando as feições, mudando o comportamento, o nosso estilo, o nosso vestuário.
E todos nós claro, adaptamos-nos a cada estilo de cada ano que nós vivemos. E quando finalmente crescemos, nos tornamos adultos, olhamos para trás e rimo-nos de nós próprios. Não pelas figuras (talvez um bocadinho vá), mas sim, pelas modas que existiram e outras coisas à mistura.
Tive o prazer, de rever umas fotografias minhas que tinha e tenho guardadas no meu disco externo e qual foi o meu espanto? Ver fotografias minhas, de até mesmo quando era uma miúda de 13 anos, e ri-me que se farta. Pois pergunto-me, como fui capaz.
Boa pessoa como sou, sou dar-vos o prazer de vos apresentar algumas dessas fotos e não só. Mas também das maiores escolhas parvas que fiz, ao longo dos anos.

Olá, sou eu a Sofia quando era uma criança.

Esta é das minhas fotografias preferidas, primeiro porque era uma criança. Altura em que nós éramos inocentes, onde não havia preocupações, diferenças. Altura essa que, ainda não existia tanta agressividade entre miúdos, tanta violência. Era tudo, muito paz e amor. Existia de facto amizade.
E esta (como podem ver foi feita montagem para juntar as duas fotografias) em que olho para ela e me riu, não pela minha cara nem pelo vestuário, mas sim, como a tecnologia avançou de tal maneira que, estas imperfeições na junção da foto, não existe. E de facto ficou muito mal feita.
Esta fotografia foi com vestuário normal e com o meu fato de baptizado, e sim meus amigos, eu sou baptizada. E como podem ver, era uma loirinha, e bem fofinha.

A Sofia e a versão EMO

Pronto, esta é daquelas fotos que me tenho de rir. Primeiro porque raio é que me deu na cabeça tentar ser EMO? Era moda, antigamente. Esta fotografia até foi tirada, no concerto dos Tokio Hotel, estávamos todos ainda na rua, na fila, à espera da hora para entrar. E esses óculos de sol? Como assim? São horríveis! Não sei como é que utilizei aquilo.
Admito que, nos tempos de hoje, apesar de já não ser muitos EMOS por aí, é um estilo que gostei, adaptei-me bem.
É um estilo diferente mas muito bonito.

A Sofia e a versão cabelo Médio Grande

Se existe coisas dais quais me arrependo completamente, foi ter cortado a porcaria do cabelo, sempre tão curto.
Sou tão burra ou tão idiota que sempre fui na ideia de cortar o cabelo curto. Este cabelo médio e encaracolado, nem foi o maior que eu tive, pois a seguir a essa fase ainda esteve bem maior.
Mas sabem quando a inteligência já não dá para mais? Sempre foi o meu caso. Já não bastava eu saber que o meu cabelo demora séculos a crescer, a parva da Sofia cortou o cabelo, e ainda hoje, continua a cortar o cabelo.
Devo ter mesmo, algum problema de cabeça.
Olhem a fotografia abaixo, este foi o máximo de tamanho que tive do meu cabelo. E sendo eu idiota, estraguei isto!
Ele era tão lindo e tão grande, quando o esticava parecia daquelas miúdas todas giras com o cabelo grande e liso.
Fui tão mas tão idiota!

A Sofia versão cabelo Curto

Esta foi a versão não “obrigada”, mais curto que tive. Pois o mais curto que tive, foi quase rapado, na altura em que fui atropelada. Não sabem o sofrimento que foi.
Mas como podem ver, a minha pessoa sempre foi idiota no que toca a cortes de cabelo. Como assim cortar aquele cabelão para isto? Como é que a senhora mãe deixou?
Enfim… Nada feito.
Actualmente continuo com a mesma estupidez, cortar o cabelo curto. Burra.
Não sei, se é por me fartar de ver o cabelo da mesma forma, do mesmo comprimento, não faço ideia.
Sei que, em fases, tive um grande cabelo e acabei por o perder por burrice minha.

Actualmente é aquilo que vocês já vêm (penso eu) no instagram. Cabelo curto.

É claro que, a nível de estilos de vestuário a coisa mudou imenso, felizmente, para o bem dos meus pecados.
Até aos meus 16 anos fui EMO, fui maria rapaz, fui Dread… Sei lá, quantas coisas fui.
A partir daí felizmente, comecei a vestir-me com coisas mais normais, não totalmente normais, mas muito melhor.
E quanto ao cabelo… Olhem que se lixe o cabelo, sou parva e pronto.